[–] 4 points 1 year ago* (1 child)

Rapaz, que negócio interessante. Eu não conhecia o Piefed. Parece que ainda não tem uma instância brasileira - se bem que esperar engajamento brasileiro no Fediverso é ficar esperando eternamente. O ruim é que muitas das postagens de redes gringas não tem a ver com nosso contexto sociocultural, daí não vejo muita graça.

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  • [–] 2 points 1 year ago (3 children)

    Yeah, I can. Even it isn't perfect yet, I've improved a lot in the last years. I learned everything by myself by listening, reading and talking, never paid to learn. Actually I keep my studies learning new words using apps like Wordup and listening to podcasts in English in order to improve my understandings of spoke english in conversations and, not less important, reading books and articles in english. Other good tip is to find a good English Exchange group and talk with native speakers. I met an american that helped me a lot in my english. We talked every week for at least 2 years. I was teaching him Portuguese while he was teaching me english, this was very important to increase my english skills. Finally, learn english (and another languages) is a lifetime project and not a race. The key is to expose yourself to the language, preferentially consuming contents of topics that you really like. And you don't need to search for perfection, this will only mess you up! Is your goal to learn english?

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  • [–] 6 points 1 year ago (2 children)

    Já passou da hora, esse negócio de "liberdade de expressão" absoluta não existe. Nenhum direito é absoluto, qualquer pessoa com o mínimo conhecimento em Direito sabe disso.

    Extrema direita gosta de usar o argumento da liberdade de expressão pra posicionar suas mentiras e fake news pelas redes sociais. Isso já está causando impactos sociais muito grandes, a gente tá sendo moldado por algoritmos.

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  • [–] [S] 4 points 1 year ago (3 children)

    Que resposta bem escrita, obrigado!

    Você tem razão. Já há algum tempo tenho priorizado um pouco mais o "real" em detrimento do "virtual", embora não seja fácil pois como alguém do início da geração Z, estou conectado a maior parte da minha vida.

    O trabalho e os estudos também não ajudam.

    Mas esse ponto que você disse é o que penso. É importantíssimo um mecanismo de identificação de conteúdo de IA e conteúdo humano, e percebo que muitas pessoas não querem consumir conteúdo gerado por IA.

    Quem sabe essa não seja uma oportunidade para produtores de conteúdo escrito ou audiovisual produzirem mais? Voltem a produzir e garantam que os conteúdos são autorais.

    Eu certamente pagaria para ter acesso a conteúdo orgânico no mar de lixo gerado por IA. Talvez seja um debate que irá transcorrer ao longo dos anos.

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    Já há algum tempo esse assunto tem vindo à minha mente.

    A internet é a maior fonte de informação hoje em dia e ter seu conteúdo legítimo sendo misturado com AI slop nos leva a uma encruzilhada preocupante: se a internet está repleta de conteúdo gerado por IA, principalmente por meio de mídias sociais, até que ponto as informações que lemos na internet e principalmente nessas plataformas podem ser confiáveis?

    Estou adotando uma postura cautelosa em relação ao assunto, por se tratar de algo até mesmo conspiratório e sei o quanto devemos tomar cuidado com essas ideias.

    O ponto é que muitas das ideias dessa teoria têm apresentado evidências nos últimos tempos.

     

    Olá, pessoal! Criei esta comunidade com o objetivo de trocarmos experiências sobre TEA/TDAH. Fui diagnosticado no ano passado com ambos os transtornos e é sempre bom conversar sobre pesquisas, métodos, experiências e tudo o mais que envolve esse universo. Sejam bem vindos e fiquem à vontade para interagir.

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