Cara, esse livro é– Cara, é muito ruim.
Assim, pelo título eu pensei que era um livro de conselho de relacionamento, que o cara ia contar, sei lá, "como foi que eu arrumei minha namorada", ou "aquela esposa que ferrou com a minha vida", ou alguma merda do tipo. Mas não.
É tipo uma série de mini-historinhas que tem a ver com umas mulheres lá. Mas, cara, as coisas são muito sem graça, porque são três extremos:
Primeiro, "terminou com a namorada e ficou triste". Segundo, "Minha avó está com alzheimer e tenta contar a primeira vez que fez sexo". Ou o terceiro, que é pura nojeira e bizarrice.
Eu me forcei a ficar no livro até o final, tipo, "Não, vai que tem uma história boa no meio"–
É só cocô.
Quanto a terceira... É... A história é assim. Tem uma moça. A moça, não deram o nome dela, é só a moça. Aí, chega um cego nela. "Ô, Isabel, vamo pra casa." Aí, a moça não é a Isabel, mas, leva ele pra casa dele e tal. Aí, do nada, ele tasca com um beijo nela.
Isso mesmo que você ouviu. Eles começam a fazer sexo. E aí, uma hora, o cego fala pra ela, "cê tem certeza que cê é a Isabel?"
Aí, ela responde, sim, mesmo... não sendo. Pois é, o livro também é esse grau de barbaridade. E aí, depois, eles dormem.
Aí, a moça acorda, e ele tá morto. Ele cortou os pulsos. E aí, ela chama a polícia, e a polícia vai falando com ela, é, "Ai, esse cara não tinha família não, blá, blá, blá, só tinha a irmã dele lá, a que tava cuidando dele."
Aí a moça vai lá e pergunta quem era essa irmã, "Ah, é a Isabel". Sim. Esse é o tipo de piada do livro. Incesto.
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